quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Sem mais...

Quanta bobagem que a gente tem que ler quando escreve alguma coisa que não agradou... Até então, eu tinha por convicção de que todos os comentários deveriam ser publicados. Acho que blog tem que ser um espaço democrático, aonde cada um pode dar sua opinião sobre o assunto. As críticas são muito bem aceitas, como todos viram. Mas, pera aí... invadir o espaço de alguém para publicar comentários nada pertinentes não vem ao caso. As pessoas que se dão ao trabalho de enviar um comentário mal escrito apenas para ofender, deveriam realmente rever seus conceitos.

Nunca em meu blog expus pessoa alguma, apenas fatos, dando a opinião sobre o assunto, seja ele pessoal ou não. Nunca ofendi ninguém, muito pelo contrário, defendi minha opinião. Então, pessoal, não percam mais tempo mandando comentários sem base, que não dizem respeito ao que foi escrito. Se quiserem escrever sobre o assunto, fiquem à vontade, seu comentário será muito bem recebido e publicado, sendo ele crítico ou não. Mas, me desculpem, a maioria das pessoas que retrucaram e criticaram não me conhecem e não é por um texto que podem me julgar, sendo assim comentários ofensivos não serão mais publicados neste blog a partir de hoje. Sabem, dá preguiça em discutir com gente que perde um pouco a noção...

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Em resposta - parte 2

Não sei qual foi o caso. Se me expressei mal ou se me interpretaram mal. Enfim, independente do que foi realmente, gostaria de deixar claro aqui que eu apoio em gênero, número e grau qualquer iniciativa que mobilizem as pessoas por um único ideal. Seja essa iniciativa virtual ou não. A minha crítica aqui não foi a iniciativa em si. Achei super válida a do ano passado, apesar de não ter visto a repercussão. Pelo menos foi um pouco mais inteligente. E a curiosidade foi justificada.

Acho ótimo pessoas se juntarem, se motivarem e gritarem pela mobilização. Acho válida a brincadeira, acho divertida e participaria em outra circunstância. Só achei o conteúdo da brincadeira bobo, apenas isso. Um jeito de aguçar a curiosidade que só fez realmente as pessoas pensarem em sexo. E que quando descobriam rolava um: "ah.. é isso?"...

Não critico a adesão, mas faltou criatividade e conteúdo... Não julgo também a criatividade alheia, mas não me atrevo a tentar espalhar tal coisa, pois sei que não tenho base suficiente para bolar algo realmente legal e divertido, infelizmente, quem bolou essa também não....

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Em resposta

Hoje fiquei chocada. Chocada e extremante feliz! Porque hoje descobri que as pessoas de fato lêem meu blog! Nunca pensei que isso acontecesse em tão larga escala como pude notar com o meu post de hoje. Não achei que o assunto fosse polêmico. Mais uma vez, escrevi expressando a minha opinião sobre os outros, sobre mim, sobre a vida. E qual foi a minha surpresa? Repercutiu como nunca! As pessoas se incomodaram. E quando se incomodam, elas não querem deixar quieto. Querem é colocar tudo para fora, se expressar ao máximo. E é o que eu faço também com esse blog. Então, achei muito justo reservar um espaço apenas em resposta a essas pessoas que tornaram meu dia mais feliz e que, no fundo, são bem parecidas comigo, já que não deixam quieto quando algo lhes incomodam.

Divirtam-se com as respostas. E se quiserem ler os comentários originais, eles estão lá no post anterior.

Querida Fernanda, adorei seu comentário. Adoro receber críticas, mas apenas quando são construtivas e mais ainda, adoro rebatê-las quando não concordo totalmente. Para mim, o Facebook é mais do que uma descontração, infelizmente, hoje, se tornou uma ferramenta para deixar as pessoas mais próximas e manter contato com os amigos mais distantes. Se eu quisesse apenas descontração, jogaria FreeCell. Me divirto com coisas que de fato são legais, inteligentes ou não. Dá para sacar quando a situação de fato tem potencial para ser divertida. Em relação ao julgamento das brasileiras, não só as julgo, mas julgo a todo o povo brasileiro e acredito sim que existam povos e culturas muito mais evoluídas e educadas do que nós. Não escolhi nascer aqui, mas nasci, me orgulho e faço de tudo para que eu e as pessoas ao meu redor se tornem pessoas melhores. Procuro sempre usar o cérebro, não se preocupe, mas, mais do que tudo, prefiro usar o coração e é por isso que escrevo o que vem à mente, sem pudores, sem restrições, apenas para satisfazer a minha própria vontade e meu próprio prazer, porque esse blog é umas das poucas coisas que posso chamar de minha.

Adoro união por uma boa causa, sempre fui e sou a favor de motivar as pessoas por um mesmo ideal, mas sem banalizar o assunto, se é que você me entende, Milena... Luciano, concordo plenamente. A publicidade é ótima, tanto que um post meu nunca teve tantos comentários!

Sr. Anônimo, por favor, da próxima vez, não fique tímido e comente o que achar necessário usando a sua própria identidade. Não sou pretensiosa realmente e adoraria que você lesse melhor o post da próxima vez... Eu acho a causa tão justa que achei muito pouco o que estavam fazendo, por isso, e apenas por isso, denominei-a idiota.

Querido Tomas! O assunto já está sendo resolvido, não se preocupe! E talvez a inspiração venha desse ótimo momento da minha vida.

Muito obrigada a todos vocês!

Eu gosto...

"Eu gosto em cima da mesa, eu gosto no escritório, eu gosto na sala, eu gosto até no banheiro".... Essas são algumas das frases que venho lendo no Facebook essa semana. Óbvio que não entendi nada, óbvio que não ia deixar de matar minha curiosidade. Pelo que descobri é um lance meio secreto entre o sexo feminino, mas é tão idiota, mas tão idiota que merece um post neste blog e a revelação do tal segredo.

Essa é a mensagem que anda circulando entre as garotas:

"Uma amiga minha veio com a ideia de que as mulheres devem fazer algo especial no Facebook para aumentar a conscientização e a visibilidade do mês de Outubro como o mês para combater o câncer de mama.
É uma coisa fácil de fazer e peço a vocês para participar todas juntas, para tornar este evento memorável.
No ano passado, a ideia era escrever a cor de seu sutiã no Facebook. Esta iniciativa das mulheres deixou os homens curiosos por dias, enquanto cada mulher escreveu cores aparentemente aleatórias.
O jogo deste ano refere-se a sua bolsa. Tem que escrever o seu lugar onde vc deixa sua bolsa, ao chegar em casa, então "eu gosto ..." e depois o lugar. Por exemplo, "eu gosto no sofá" ou "Eu gosto da cadeira da cozinha" ou "eu gosto na mesa de jantar."
Vocês entenderam?
É só escrever a resposta na pagina principal do face (e não em resposta a esta mensagem) e enviar esta mensagem para as mulheres divertidas do seu Facebook. O jogo de cores de sutiãs saiu até nos jornais da Europa, já que essa brincadeira começou lá! Procuramos fazer o mesmo com esta nova iniciativa aqui no Brasil e demonstrar como as mulheres são poderosas!
LEMBRE-SE - escrevam a resposta na pagina principal do seu face e não respondam a esta mensagem. Copiem isso e enviem para quanto mais mulheres possíveis".

O pior para mim foi: "demonstrar como as mulheres são poderosas"... Poderosas no quê? Em escrever aonde você deixa sua bolsa quando chega em casa e colocar um "eu gosto " na frente só pra atiçar a curiosidade??? Desculpa, mas quem teve essa ideia brilhante não pode nunca trabalhar com publicidade.

Já que a intenção era fazer algo inteligente em prol ao incentivo da prevenção do câncer de mama, por que não postar como fazer o auto-exame ou divulgar números e pesquisas correspondentes com o tema. Ou já que a intenção é causar um alvoroço e atiçar a curiosidade com a tal da corrente secreta, por que não fazer algo mais inteligente? Por exemplo: incentivar a realização do auto-exame e quando fizer, postar: "Hoje eu já fiz". Na boa, qualquer coisa seria mais inteligente do que o lugar da sua bolsa.

Mas o problema mais grave é que as pessoas estão um tanto quanto desocupadas, vão lá e aderem a tal da corrente, mais por brincadeira do que vendo o real sentido da coisa. Sejam mais criativas da próxima vez e não queiram superar as européias, elas são mais organizadas, mais elegantes e menos preocupadas em fazer gracinhas. Francamente, meninas, vocês não vão ganhar nenhuma manchete no jornal, o máximo que vão conseguir é esse post no meu blog....

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Absurdamente complicado

O mundo dá voltas e a vida segue seu rumo sem parar um minuto sequer para a gente respirar. E você está lá, feliz, contente, vivendo sua vida no ritmo que sempre quis, fazendo o que sempre quis, escolhendo, olhando, entendendo, se divertindo. O controle está com você, na palma da sua mão. Nada precisa ser diferente do que você realmente quer. Tudo dá certo, o universo conspira a seu favor. Nada que não seja obra do destino, mas ele está gostando bem de você no momento...

E aí tudo vai começando a perder o rumo, sem você perceber, sem você querer, sem você ao menos conseguir lutar contra isso. E todo o controle que estava na palma da sua mão, desaparece, porque nada, nem a mente, consegue lutar contra o coração...

E quando o coração controla sua vida, nada mais faz sentido. A vida perde seu rumo. Os acontecimentos tomam outra direção. O peito aperta. Um certo pavor paira no ar. É ele, o medo do desconhecido ou talvez o medo de que tudo não passe de uma ilusão mais uma vez. O medo de mergulhar de cabeça, mas depois ter que nadar com todas as suas forças para voltar para a superfície e respirar novamente. E começar tudo de novo apavora. Dá medo de tudo ser igual, porque igual é a última coisa que você quer pra sua vida.

E ninguém consegue entender o nó que fica na garganta, até mesmo você. É complicado demais para raciocinar, é difícil demais tentar entender. Melhor seria pedir ao destino para dar uma folguinha pro seu coração, porque afinal, não era a hora. Mas ele é assim mesmo, sempre vai te pregar surpresas e quando menos você espera, lá está ele, tornando tudo, absurdamente complicado e apavorantemente delicioso...


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Pobreza esnobe

A Vila Madalena está pior que a 25 de Março. Fazia um tempinho que não ficava na calçada sentada em um dos barzinhos. Até quando eu ia muitas crianças já passavam vendendo balas e chicletes, mas não com tanta frequência como foi ontem e nem com tanta falta de vergonha.

O primeiro era gordinho, chegou a beirada da mesa, apoiou e falou algo incompreensível. Até que minha amiga viu que ele estava com uma balinha na mão e perguntou quanto era. "Dois reais", respondeu a criança. Ela, de muito bom coração, comprou.

O segundo veio oferecendo chicletes de bolinhas. Dissemos que já havíamos comprado e o dinheiro trocado acabou. O terceiro foi um senhor, vendendo adesivos de times de futebol. Até que não teria sido uma má ideia se ele tivesse oferecido apenas adesivos do São Paulo para os torcedores fanáticos na mesa bem atrás de nós. Mas ele preferiu dar um de cada time para cada pessoa na mesa...

Não satisfeito, o gordinho voltou mais uma vez, oferecendo a mesma bala. Aí, a paciência vai indo pelo ralo e com uma resposta mais ríspida, ele sai de fininho.

Na sequência vem mais um vendendo o mesmo chiclete de bolinhas do outro. A mesma amiga de bom coração, abre a carteira e vê que a única moeda que ela tem é de R$0,25 e a oferece ao menino. Dá pra ele, sem querer comprar o chiclete. Ele pega, vira as costas e vai embora. Um minuto depois, ele retorna, joga a moeda na mesa e diz algo que não compreendemos. Olhamos uma para a cara da outra sem reação com o atrevimento, depois pro molequinho que ia se afastando nas outras mesas e ainda resmugando pelo pouco trocado que lhe demos...

Isso que dá a gente querer ajudar... Ainda esnobam e falam que é pouco...

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Cidade Maravilhosa


E não poderia ter sido diferente. A cidade é mesmo maravilhosa, apesar do perigo, da violência, da insegurança que paira por qualquer um que passe por lá. Mas assim como com a maioria, não vi nada, não ouvi nada e não aconteceu nada com ninguém. O clima não estava dos melhores, o que não foi um empecilho para aproveitar ao máximo o Rio de Janeiro.

Surpresa foi a receptividade das pessoas, a simpatia e o calor humano que elas emitem mesmo aos estranhos. Sempre achei carioca um povo um tanto quanto folgado, mas percebi que não é bem assim, não é que seja folga, é apenas uma cultura diferente, em uma cidade que se preocupa o tempo todo com curtição. É o jeitinho "manero" do carioca. Eles são assim, desbocados, felizes e despreocupados, pelo menos à primeira vista.

O bom de viajar é conhecer pessoas novas e por mais que estejamos no mesmo país, sempre aprendemos algo com a nova cultura. Novos ares sempre trazem novas perspectivas. E o melhor de tudo é você se sentir à vontade mesmo rodeada de pessoas que nunca viu na vida. Mas como já dizia o imã na geladeira: "Esta casa está aberta ao sol... aos amigos... e a Deus". E foi realmente assim.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

A volta da Corrente do Meme

Em maio de 2009, uma amiga me passou uma corrente, A Corrente do Meme, não gosto de correntes, mas essa me foi bem divertida e difícil, já que deveríamos listar em nossos blogs oito coisas que gostaríamos de fazer antes de morrer. Lembrei-me dessa corrente esses dias, mas não me lembrava o que tinha escrito, então, resolvi reler meu post para saber se minhas prioridades tinham mudado. (Releiam também! A Corrente do Meme)

E para minha surpresa percebi que realizei um dos meus oito desejos antes de morrer em apenas um ano!!! Meu quinto desejo foi realizado com sucesso em fevereiro desse ano, na companhia da minha mãe, em Tambaba, João Pessoa. Tenho até fotos para comprovar o feito, mas, óbvio, que elas são impublicáveis!

Sobraram-me sete desejos dos quais, ainda considero alguns, porém, outros deixaram de ser prioridade. Meu primeiro da lista, o que não quer dizer que seja o mais cobiçado, já que a ordem escolhida foi aleatória, está prestes a se realizar no ano que vem. Então, me sobram seis. Será que faz parte da corrente substituir quando um já foi realizado, ou devemos apenas ir ticando?

Por via das dúvidas, vou deixar aqui registrado as seis coisas que gostaria de fazer antes de morrer e também, entre parenteses as outras duas...

1- Ter um cachorro grande.
2- Conhecer diferentes lugares no mundo, seja sozinha ou acompanhada.
3- Ter um amor para a vida toda.

4- Andar de balão.
5- Colecionar amigos verdadeiros.
6- Fazer um mundo melhor.

Quero deixar aqui também um esclarecimento quanto ao meu sexto desejo. Um mundo melhor pode ser meio piegas, mas o que eu quero dizer é que pretendo realmente fazer um mundo melhor, seja reciclando, fazendo trabalho voluntário, ajudando pessoas desconhecidas, semeando o bem, sorrindo para um estranho ou espalhando a felicidade. Não é possível fazer um mundo melhor sem ser uma pessoa melhor, por isso, pelo um desejo irá me fazer crescer espiritualmente.

O único problema é que pelo menos 3 deles eu só vou saber se realizei no dia em que eu de fato morrer...

E lá vão meus outros dois desejos, que ficam na manga para qualquer eventualidade...

7- Escrever um livro.
8- Aprender a cozinhar.


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

...

E quando encontramos alguém que não vemos faz muito tempo, alguns anos talvez:

- Nossa, quanto tempo!
- Verdade, muito!
- Como você está diferente!
- É estou, cortei o cabelo.
- Não, não. Você está mais feliz.

Nem precisamos comentar muito, as palavras já dizem por si. Isso porque eu nem sou muito próxima da pessoa...

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Senhor, dai-me paciência!

Hoje acordei espirituosa, ou melhor, de bom humor e determinada a exercitar uma das virtudes que considero mais importantes na vida, a paciência. Pensa bem, você precisa ter paciência para tudo: com a família, com aquela amiga que demora pra se arrumar antes de sair, no trânsito, com as filas no supermercado, com os colegas de trabalho, com o computador lerdo, com seu chefe e em qualquer relacionamento que você se meta. Então, por que não desenvolver a paciência para viver com maior serenidade?

E quando o bom humor entra em você de verdade, é íncrivel. Hoje, tinha tudo para ser aquela sexta-feira em que você pensa: "chega o Natal, mas não chega o final de semana". Acordei mais cedo do que o meu costume para um compromisso, cheguei super pontual, mas eles é que estavam atrasados, e bem atrasados. Decidi que não iria esperar, senão chegaria atrasada ao trabalho, ou seja, dormi uma hora a menos e esperei 30 minutos para não conseguir fazer o que eu queria e ainda remarcar para domingo de manhã! No dia de eleições ainda por cima! Mas me surpreendi com a minha resposta quando a recepcionista pediu desculpas pelo atraso: "Tudo bem, moça, não tem problema".

Não, a Camila que eu conheço não faz isso. Não fala que está tudo bem assim facinho. Mas eu disse! E foi muito melhor do que brigar com a mulher ou xingar o responsável do local. Por isso, fui embora com esse pensamento, fui embora pensando ser uma pessoa melhor, pensando ser aquela que vai sorrir para um estranho e fazer seu dia diferente.

E tudo pesou mais ainda quando me deparei de longe no meio da rua com uma mulher baixinha, muito baixinha. Primeiro, achei que ela fosse anãzinha, pois até andava com certa dificuldade, depois, me dei conta de que ela não tinha parte das duas pernas após o joelho e que precisava amarrar os tênis na calça para conseguir andar. E ela estava lá, andando, batalhando, vivendo. E aí vem a pergunta: "Será que não reclamamos de barriga cheia?". Por que eu deveria brigar com a mulher por não consegui rfazer um procedimento de estética? Parece-me mesquinho e egoísta perder a paciência por tão pouco. Tenho saúde, tenho família, tenho amigos queridos, tenho o que comer, posso passear, posso correr, posso dançar, posso dirigir, posso ter um carro. Não é justo dizer que não sou feliz ou reclamar da minha vida.

E esses tantos pensamentos em apenas poucas horas da manhã, me fizeram ver que posso ser uma pessoa melhor ainda. E decidi que quero resolver meus pequenos e insignificantes problemas o quanto antes (insignificantes sim, pois diante de alguém que não tem pernas ou da mãe da minha amiga que estava com câncer, meus problemas são nada) e viver cada minutinho mais intensamente. Aproveitar o que for preciso e fazer o que eu tenho vontade, sejam elas planejadas ou não. Não chore, sorria. Para mim, viver dignamente já é o suficiente.