quinta-feira, 25 de março de 2010

Hora do Planeta

Mais uma vez, todos estão preocupados com o aquecimento global. Na verdade, na teoria funciona muito bem, mas será que a prática é igual?
Para fazer o teste, apague as luzes neste sábado, dia 27/03, das 20:30h às 21:30h, e olhe pela sua janela. Primeiro, você irá notar quantas pessoas são informadas, leêm os jornais ou navegam pelas notícias na internet. Segundo, você irá perceber quem realmente se importa.
Uma horinha no escuro não custa nada. Você pode brincar de fazer sombras com a lanterna, aproveitar para ouvir músicas relaxantes no seu iPod ou até mesmo apostar em uma noite romântica à luz de velas.


sexta-feira, 12 de março de 2010

O mundo e a ignorância

A partir de agora, passo a colecionar casos de ignorância. A cada dia, presencio mais e mais casos de ignorância ou falta de educação ou como vocês preferirem denominar. Em um mundo que a cumplicidade já não está mais presente entre nós, um mundo em que as regras da sociedade já não adiantam de nada, um mundo à beira do precipício.
Caso 1 - Fila para carregar o Bilhete Único, um homem entra à minha frente já na janela do atendimento e pergunta se pode tirar uma dúvida com a atendente. Claro que sim. Perguntou e após a resposta quis efetuar uma recarga. Nada justo, afinal, havia uma fila atrás de mim. Não deixei. Ele perguntou se eu estava nervosinha, disse que não e expliquei que havia uma fila atrás de mim esperando também. A resposta: " que fila...Pode vir todo mundo que eu dou porrada, aí, eles 'vão ver' quem eu sou". Idiota.
Caso 2- Mais uma fila. Eu estava atrás de um senhor, uma moça passa por mim e pede licença. Obviamente, ela ia encontrar alguém mais à frente ou o quer que fosse. Eu dei licença. O senhor não. Colocou o corpo na frente da moça de modo que ela não conseguisse passar. E ainda perguntou por que ela estava furando fila. A moça tentou explicar que só precisava entregar uns papéis lá na frente, conforme foi orientada e nem assim, o senhor a deixou passar. Ele disse que ela fosse por outro lugar, pois por ali, ela não passaria. Foi quando o segurança ouviu e solicitou que a moça desse a volta. Só questionei-o: "Pra quê? O senhor está vendo? Ela está lá do mesmo jeito".
Tenho certeza de que as situações de perplexidade não pararão por aí. Se você quiser, compartilhe também a sua. Não sei mais se um dia é possível fazer um mundo melhor.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Rent a local friend

Sensacional a ideia da Alice Moura, dona do site www.rentalocalfriend.com. Sabe quando você vai pra aquela cidade que você sempre teve vontade de conhecer, mas não tem ninguém pra ir com você? Ou quando você tem companhia, mas não faz ideia de como diz "oi" naquele idioma? Ou quando você esquece seu guia em casa?
Agora você pode ter uma companhia especial em diversos lugares do mundo. Um local poderá te ajudar a conhecer a cidade de verdade através desse site. Parece ser bem legal, divertido e acolhedor. Claro que tudo no mundo tem um preço e seu serviço de um guia local personalizado também. Se os preços são justos, não sei. Não testei o serviço, então a opinião sobre o custo-benefício pode ficar pra quem for experimentar primeiro! Deixe seu comentário!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Experiência antropológica

Uma balada gay que não tinha bem só gay; um DJ traveco que não era bem traveco; umas músicas boas, outras para dar risada; um monte de gente soltando a franga que me deram pesadelos tarde da noite. Essa foi minha primeira experiência em uma balada gay. Gays se beijando? Só vi dois. Folgados dançando achando que são a Rihanna? Vários! Coreografias assombrosas? Até mais do que gostaria de ter visto. Tudo começou com a Drag lá na porta, só mulheres na fila, incluindo aquelas que originalmente nasceram homens.

Já na pista, parecia que rolava uma competição para ver qual gay dançava mais parecido com a Beyoncé, mas depois que a Katy tomou conta da trilha sonora, não sobrava um que deixava de fazer a coreografia criada por não sei quem, porém imitada por muitos. E mesmo o "camarote" estando vazio, as aberrações já eram muitas. Eu só imaginava o que leva uma pessoa a se expor de tal maneira, será que ela realmente acha que está arrasando fazendo biquinho e levando a mão à boca quando a música toca "com o seu batom vermelho"? Tudo bem que eu também não resisti ao YMCA, mas era mais divertido observar aquela, que um dia foi aquele, com uma peruca loura jogando os cabelos de um lado para o outro como a dançarina do Tchan.

E o motivo principal da minha ida até o local, a famosa Katy, acabou virando coadjuvante, mas ainda bem que ela estava lá para tocar "Manequim", "Sandra Rosa Madalena" e a famosa versão de Stefani com seu Cross Fox. "Me amarrota, que eu estou passada!!!".