quinta-feira, 12 de novembro de 2009

E lá vai a minissaia...

Não gosto muito de comentar aqui assuntos de tanta repercussão (acho que inclusive já escrevi isso), mas serei obrigada a dar minha opinião da nossa estrela da vez: a minissaia da Uniban. Escrevo estrela da vez porque foi no que ela se tornou e não acredito que foi sem intenção. Quando a confusão toda começou, já pensei comigo: "uma pessoa que vai com uma roupa dessa na universidade não é flor que se cheire", o que foi constatado com o desenrolar da história. Geyse já foi convidada para posar na Playboy e estrelar um filme pornô. Hoje, ela está como notícia em diversos sites mostrando seu novo mega hair, feito com fios importados da Alemanha.
Pra quem não queria nada da Uniban, "apenas seu direito de estudar", até que ela saiu no lucro, além de ter conseguido seus "cinco minutos" de fama. Não consigo imaginar que apenas um vestido tenha causado tamanho alvoroço. Mesmo que ela tenha provocado alguém, falado alguma coisa, nada justificaria as atitudes dos alunos, que não se comportaram como gente e sim como animais. Também não acho que alguém tentaria estuprá-la no meio de um monte de gente. Há fatos extremamente exagerados nisso tudo e concordo com ela quando ela disse na entrevista coletiva que foi pra casa chorando, sentindo-se culpada pela situação. Sim, ela foi culpada. Uma roupa daquela não é apropriada para um ambiente universitário e até para uma festa já estaria vulgar.
Mas a maior responsável por tanto auê foi a mídia, que fez de Geyse uma coitada, uma vítima. E contribuiu para o que ela queria: estar nos holofotes. Não concordo com a posição da Uniban de expulsá-la, pior ainda quando voltaram atrás, mas acho que não podemos condenar a universidade, eles ficaram sem reação ao ocorrido e agora irão pagar pelas consequências, já que Geyse possui quatro advogados para arrancarem uma boa graninha da Uniban.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Silvio Santos saradão

Essa é a coisa mais abominável que tenho visto na TV atualmente. Fiquei chocada quando eu vi e depois que acabou, fiquei enjoada. Sendo assim, compartilharei minha náusea com vocês...

video

Ah, se quiserem ver a Hebe e o Ratinho fazendo um pax de deux, é só clicar aqui (satisfação garantida!): http://www.youtube.com/watch?v=sZvWbjs7rOU&feature=related

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

E cadê o golpe?

Nosso país chegou em um nível em que pensamos que tudo é golpe. Recebi uma ligação da União Municipal dos Estudantes dizendo que ganhei um benefício chamado Carta Estudantil, no qual eu poderia desfrutar de uma bolsa de R$ 200,00 mais vale-transporte para algum curso profissionalizante. Já achei esquisito, eu não era mais estudante, não estudei em escolas públicas, já tinha feito um curso superior e não tenho a mínima sorte para ter sido escolhida entre os 100 beneficiados. Aí, o mocinho começou a me explicar como tinham chegado em mim, que foi através do CR, uma sigla que não sei o que significa, mas que é pelo seu histórico escolar, que foram escolhidos alunos e ex-alunos de escolas públicas e particulares e que esses 100 ganharam o benefício. E já fazia um mês que o meu estava disponível e eu ainda não havia manifestado interesse (Mas como? Pergunto eu.).
O dia da ligação era o último para resgatar a tal da bolsa e escolher o curso, para isso, eu teria que marcar um horário para comparecer na Av. Rebouças, em um tal de Centro Estudantil. O mocinho tinha alguns dados meus, inclusive o nome da minha mãe. Pronto, achei que era golpe. Pedi um telefone para retorno e ele só me deu o de sua mesa. Fui direto para o Google, mas ele não sabia de nada, o tal do Centro Estudantil não existia naquele endereço e o telefone da UMES não batia com o do mocinho. Liguei na sede e para o meu espanto, eles me disseram que sim, que era verdade, que eles tinham feito uma parceria com a Microcamp e ela que oferecia os cursos. Aí sim, no endereço da Av. Rebouças tinha uma Microcamp.
Achei que eu não precisava usar aquele tipo de benefício e perguntei se poderia passar pra alguém, sim, eu podia, mas foi tão em cima da hora que não encontrei ninguém que pudesse usá-lo. Resumindo, as pessoas até fazem coisas boas, mas da maneira errada. Primeiro, eles deveriam ter me avisado antes, sei lá, manda uma carta, telegrama, qualquer coisa. Segundo, esse tipo de benefício deveria ter sido para alunos apenas de escolas públicas. Quem teve a chance de estudar em uma escola particular, também tem condições de pagar um curso profissionalizante, de informática e de idiomas. Enfim, nossa mente já está condicionada para o pior, mas é sempre bom checar, ?