quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Mimada

Ela chegou com mãe na clínica de estética. Devia ter uns 6 anos, mas mostrando a sua independência foi logo pegar um chá. Colocou água quente da garrafa térmica, escolheu o sabor, mas na hora do açúcar, sue bracinho esbarrou na bandeja e que ficavam as xícaras e todas foram ao chão com um estrondo. A mãe correu para acudir a filha que ficou ali, paralisada, olhando os cacos que ainda rolavam para baixo do balcão.
- Minha filhinha, você se machucou? - dizia ela.
- Ai ai, olha, minha perna! - choramingava a filha, apontando para um pontinho de sangue na perna devido ao estilhaço da porcelana.
- Ai, meu amor, vem aqui, fica sentadinha, fica. - dizia a pamonha da mãe.
- Meu chá, quero meu chá! - reclamava a menina.
A mãe correu para pegar o chá da criança, mexê-lo e dá-lo para a filha que estava sentada na cadeira. Depois, tentou recolher alguns dos cacos no chão, mas foi interrompida pela esteticista que acaba de chamá-la para a sessão.
- Mamãe, não foi minha culpa, ? Não tive culpa, ? - choramingava a menina.
- Não, meu Amor, foi um acidente. Minha filhinha, você fica aí bem quietinha, tá? E quando terminar seu chá, vai até a sala pra ficar com a mamãe. Tenta não quebrar mais nada, hein? - E se despediu dando beijinhos pelo rosto da filha.
A recepcionista perguntou se ela tinha machucado. Claro que ela respondeu que sim e mostrou o "enorme" ponto de sangue na perna. A recepcionista então colocou um pouco de álcool para parar de sangrar, Logo, a menina foi correndo até a sala da mãe e voltou 5 minutos depois dizendo que a "mamãe" tinha deixado-a fazer hidratação nos cabelos. Demorou um tempo para a recepcionista entender o que ela queria e conseguir alguém para hidratar os 15 centímetros de cabelo que ela tinha, já que a maioria já havia ido embora da clínica.
Felizmente, não fiquei para ver a menina com os cabelos hidratados e nem para ver se ela fazia mais algum estrago na clínica enquanto pegava mais uma xícara de chá. Ah, esqueci de comentar, a mãe disse para colocar as xícaras na conta, assim, para não parecer muito folgada.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

O casal (casal?)

Eles moram na rua. Fizeram o seu ninho em um estrado de madeira com um colchão em cima, alguns lençois e cobertores, sacos plásticos com roupas e um guarda-chuva. Pronto, a casa estava ali, quase na esquina da rua, à sombra de uma árvore pequena. Pela manhã, o homem já tinha acordado e a mulher continuava a dormir, algumas vezes, eles dormiam de conchinha, outras, não se via nem um chumaço de cabelo. Depois do almoço, a mulher continuava lá, às vezes o homem chegava e eles dormiam. Um belo dia, a mulher não era mais mulher e sim um homem, de cabelos compridos, presos em um rabo de cavalo. Sua camiseta mais justa denunciava que não havia nenhum seio ali e seus pés grandes exaltavam a masculinidade reprimida.
A casa foi se expandindo. Mudaram-se, para duas casas mais a frente. A casa agora tem cobertura, uma lona azul e ganhou um novo integrante: um cachorrinho vira-lata preto. Ele até tem sua própria casinha com cobertura de guarda-chuva quebrado. O casal foi ficando, os vizinhos perceberam, assim como os cães carentes da redondeza. Outro cor de caramelo foi se acomodando por ali, um basset marrom pequenino também se aproximou, um vira-lata preto grande já pode deitar ao lado da "casa", mas a receptividade dos novos amigos foi hostil por parte dos moradores da casa. Dormir em cima do colchão, aos pés dos donos, só o pioneiro pode. O resto dorme ao redor, embaixo dos carros, debaixo das marquises das fábricas, esperando um mínimo carinho dos homens da casa.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Chegou o Carnaval

O Carnaval chegou. E trouxe com ele os sambas enredos, as marchinhas, os concursos de garotas do Carnaval, a fúria pelo feriado na praia, a empolgação para encontrar os amigos na casa com 50 pessoas em São Luís do Paraitinga, a ansiedade para pegar o abadá e ver o Bel ali em cima do trio, o medo do trânsito na quarta-feira de cinzas, a preguiça de voltar a trabalhar e realmente perceber que a moleza acabou.
Definitivamente, Brasil é sinônimo de Carnaval. Não há nenhum melhor do que esse. Até tentam imitar, mas não chega nem aos pés. Por isso, pulem e joguem muita serpentina e confete, já que é só uma vez por ano mesmo. Sei que é muito cedo para fazer um post sobre isso, mas esse ano, estou antecipando um pouquinho o meu Carnaval e tenho certeza que depois trarei milhares de histórias hilárias para relatar por aqui.

Um ótimo Carnaval a todos!!! E até depois da ressaca!

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Um mar de lixão

Não gosto muito das matérias do Fantástico, muitas são sem sentido, outras não acrescentam em nada e a maioria é mal editada, quando você está começando a se interessar pelo assunto, pronto, elas acabam. Ontem, eu vi uma que me chamou a atenção e acredito que o tema merece ser o mais divulgado possível: o lixão do Pacífico, uma área no oceano entre a Califórnia e o Havaí.


Isso mesmo, o lixo está se acumulando no meio do oceano. Eu nunca tinha parado para pensar para onde ia aquela garrafinha de plástico que vemos na beira do mar. Achei que ela foi devolvida ali de alguma maneira ou que talvez fosse para o fundo do mar. De fato ela vai, mas no caminho, ela encontra milhares de plásticos, pneus, sacolas e outros detritos e todos acabam se acumulando em um só local devido às correntes marítimas do oceano Pacífico e do Índico que formam uma espécie de redemoinho. E o lixo está lá, boiando ou no fundo do mar. Além disso, ele acaba se acumulando em algumas ilhas, que antes poderiam ser consideradas paradisíacas, e interfere no desenvolvimento da fauna marítima.


Segundo estimativas, a área é o equivalente aos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais juntos e já existem cinco delas pelo mundo. A maioria do lixo encontrado vem dos Estados Unidos e dos países asiáticos e seu volume está aumentando com o passar dos anos devido ao consumo excessivo de bens descartáveis. Vale a pena conferir a reportagem e perceber o mal que você faz na hora de comprar uma garrafinha de água todo dia para beber ou usar sacolas plásticas sempre que vai ao mercado.


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Moça, me dá seu testemunho?

Vimos coisas estranhas todos dias na rua. Pessoas com roupas esquisitas, situações bizarras, lugares inusitados. Eu costumo presenciar alguns desses fatos, mas na semana passada me deparei com uma situação um tanto diferente. Estava saindo da farmácia, quando um menina nos seus 12 anos abordou uma mulher que falava ao orelhão. O diálogo que se seguiu foi o seguinte:
- Moça, por favor, minha tia está ali, tentando registrar o filho dela, mas ela precisa de duas testemunhas pra tirar a certidão, a senhora poderia ir lá nos ajudar?
A mulher com as sobrancelhas franzidas pensou por um minuto, tentando compreender o que acontecia. Não ouvi a resposta, mas ela deve ter negado, pois a menina continuou sua jornada recrutando todos que atravessavam a rua. Muitos já negavam de imediato. Atravessei e não fui parada pela menina. Quando cheguei ao outro lado da calçada, vi a tia com o filho no colo conversando com a mulher do orelhão. A criancinha vestia um macacão laranja e deveria ter uns quatro meses.
Não sei quem foi testemunhar a favor da tia da menina, mas pensando bem depois, isso poderia ser um ato inconsequente. Quem garante que aquele era filho dela mesmo, como você vai assinar e testemunhar por uma pessoa que você acabou de saber o nome? Aqui, não é possível ser solidário e ter um coração bom com todas as pessoas ao seu redor, mais cedo ou mais tarde, eles podem te passar a perna. A picaretagem está logo atrás da gente, na frente, ao lado, embaixo, acima...

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Receita de Ovo Cozido

1 ovo
500ml de água
Junte tudo em uma panela e deixe ferver por 30 minutos. Para descascar, espere esfriar ou deixe o ovo embaixo de água corrente. Retire cuidadosamente a casca.
Caso não for servir imediatamente, esquente-o no microondas, mas parta-o ao meio. NUNCA deixe-o inteiro, corre-se o risco de explodir. (E que bela explosão, experiência própria...)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

A baba do Tom Cruise

O que você faria se visse o Tom Cruise na sua frente?

O que você faria se visse ele e sua família de longe?

O que você faria se o visse tomando um Chá Matte?

O que você faria se tivesse esse copo de Chá Matte à mão?

O Rafael resolveu leiloá-lo. Ele revirou o lixo após um segurança de Tom Cruise jogá-lo fora na praia do Forte da Urca e lançou o desafio na internet. O lance inicial é de R$ 5 mil e a sua página no Mercado Livre já tem mais de 50 comentários. Segundo outros sites, o copo foi apenas usado pela sua filha Suri, para armazenar as conchinhas apanhadas na praia.




Para divulgar melhor sua brilhante idéia, Rafael colocou um outdoor em Copacabana com uma foto do ator segurando o copo e divulgando seu leilão. Na última segunda-feira, os lances chegaram a R$ 6,2 mil. Interessante saber que há pessoas no Brasil que pagam a bagatela de R$ 6 mil por um copo usado, enquanto pessoas dariam tudo para ter apenas o chá para tomar. Entendo que ele é um ídolo, entendo que ele possui milhões de fãs no mundo, mas pra quê ter um copo de chá usado? Imaginem se fosse da Madonna!!




Lendo a repercussão em outros sites e blogs, vi que muitos chegaram a uma conclusão interessante. De que tudo pode ser uma jogada de marketing da Coca-Cola para atrair a atenção para um produto meio abatido da empresa. Se é o caso ou não, a Coca-Cola deveria ter pensado nisso.




Para quem quiser dar um lance no copo do Tom Cruise, acesse: http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-89173478-vendo-copo-de-matte-do-tom-cruise-_JM
Foto: Jornal Destak

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Doação de Medula Óssea

É com muita felicidade que trago duas ótimas notícias. Uma delas é que o menininho, aquele do meu post Lorenzo, encontrou um doador compatível e realizará a cirurgia de transplante de medula dentro de 3 semanas. Que Deus o abençoe!
A outra ótima notícia é que fiquei pensando se iria me tornar ou não uma doadora de medula. Para saber mesmo do que se tratava fui pesquisar. Para minha felicidade e alívio (confesso), descobri que para ser doador você só precisa de cadastrar em um banco internacional de doadores e coletar 5mg de sangue. Caso haja alguém compatível, irão lhe chamar para realizar mais uma série de exames, se a compatibilidade continuar existindo, você é consultado para saber se quer doar ou não. Se a resposta for sim, você será internado, anestesiado (normalmente com anestesia geral) e ficará por mais 24 horas em observação no hospital. Pronto, simples assim.
Estarei lá nos próximos dias me cadastrando. Por que você também não se torna um doador?


Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
Rua Marquês de Itu, 579 – Vila Buarque – São Paulo-SP
CEP: 01221-001
Telefone: (11) 2176-7000 / 0800-167-055

De segunda a sexta até às 18 horas. Inclusive aos sábados até às 15 horas.



Para locais fora de São Paulo, acesse: http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=2146

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Chove lá fora



Alagados. Esta é a palavra certa para definir a situação de muitas pessoas no último sábado. Estávamos a caminho do bar quando o céu começou a escurecer, paramos o carro com alguns pingos, mas a tempestade mesmo ainda estava por vir. Sentamos, o jogo já tinha começado, pedimos bebidas. De repente, a chuva aumenta, os garçons baixam as lonas na lateral do bar para evitar os respingos. As pessoas que estavam acomodadas na varanda já se mudavam para o interior do bar e as portas de ferro tiveram que ser fechadas pela metade. O jogo, no Pacaembu, nos dizia como estava a intensidade da água lá fora, a nossa visão da rua era limitada, apenas víamos a árvore balançando muito e as poucas pessoas que restavam na rua se escondendo aonde quer que fosse.




Para nós, era mais uma dessas chuvas de verão que insistem em cair no final da tarde todos os dias em São Paulo. Quando demos conta da força do temporal, o jogo já estava suspenso e o estádio virara uma piscina. Na rua, a água batendo chegava a cobrir as rodas dos carros, as cadeiras do bar foram arrastadas e a moto do cozinheiro quase foi levada. A água descia em uma velocidade incrível e ao asfalto parecia um rio lamacento. De repente, um barulho. E os gritos. No boteco, vizinho ao nosso, todos gesticulavam em nossa direção. Era difícil discernir o que eles diziam por conta do barulho da chuva. Foi quando abriram as portas de ferro e vimos a lona curvar com o peso da água acumulada. Os postes que a sustentavam estavam envergados e o concreto estava cedendo. Rapidamente, furaram a lona e a água foi liberada.




Aos poucos, a água da rua foi baixando, a chuva diminuindo e as pessoas voltando a circular. Ainda chovia quando pedimos a conta e o jogo continuava suspenso. Do lado de fora, pudemos ver o estrago causado pela tempestade, o muro de concreto do bar estava cedendo aonde os postes foram fixados, a lona estava esburacada e a varanda encharcada. No caminho, folhas, lixo, galhos e material de construção dominavam o asfalto. Até nos deparamos com uma árvore caída ao tentar atravessar uma rua. O caos estava instaurado. Trânsito, alagamentos e destruição foi o que comprovamos no jornal, meia hora mais tarde. Apenas os foliões do bairro continuam a cantar suas marchinhas com as fantasias molhadas.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Lorenzo

Escutei uma história triste esses dias. Uma família, pai, mãe e três filhos. Dois meninos e uma menina. O mais velho deles tem uns três anos, mas só mais dois de vida. Ele tem adrenoleucodistrofia, a doença de Lorenzo, do filme "Óleo de Lorenzo". Com o passar do tempo, a doença degenera e o corpo da criança vai atrofiando. São só os meninos que a tem, já que é uma doença genética, passada de mãe para filho pelo cromossomo X. As meninas também podem herdar o cromossomo, mas a doença não se desenvolve.
Estima-se que a incidência no mundo seja 1 para cada 17 mil nascimentos e apenas meninos de até 5 anos desenvolvem-na. A doença é incurável, em alguns casos, o tratamento pode ser realizado com transplante de medula, o que complica ainda mais, já que um doador em cada 100 mil é compatível. Hoje, foi aprovada na Câmara, uma lei que incentiva a doação de medula. Ouvindo esta história, eu fiquei comovida. Os pais da criança não são compatíveis e ele está na fila de espera por um doador. Pensei em fazer o teste, mas não é uma decisão fácil. Uma agulha comprida é introduzida no seu quadril ou na clavícula para tirar o líquido de dentro do osso. Uma amiga minha fez o teste e disse que a dor é rápida, mas intensa. Claro que você é anestesiado, mas a anestesia não chega ao osso. Esse é o procedimento para o teste, não sei como eles prosseguem, caso você seja compatível com alguém que precise.
Ainda não me decidi. Acho que um doador de medula é uma pessoa de uma garra e coragem, queria ser assim. Queria não precisar pensar para fazer o teste. Eu não conheço a família da criança, só ouvi a história, mas se fosse alguém mais próximo, eu não teria dúvidas. Então, por que não fazer para alguém que já está precisando? Não sei. A necessidade nos faz mover montanhas.
Hoje em dia, já é possível saber se você tem o gene para a doença. Mesmo que você tenha, não quer dizer que seu filho irá desenvolvê-la. A filha da família em questão também tem, o outro menino, não. Eu fico imaginando o que esta mãe está passando, sabendo que seu filho pode morrer daqui a pouco. Pouco sim, porque dois anos passam voando. Além de ter vontade de ir lá fazer um teste para ajudar essa família, também gostaria de esmurrar o pai dessas crianças, que largou a família alegando não ter estrutura emocional para suportar um filho com a doença de Lorenzo.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Sinais do Universo

É muito bom se reunir com pessoas amigas e que você faz questão de manter o contato mesmo que elas já não façam mais parte do mundo diário e constante. Pessoas que um dia passaram pela sua vida, marcaram e deixarão seu rastro para sempre mesmo depois de anos. Ontem me reuni com algumas das meninas mais formidáveis do mundo. Posso ter até as conhecido por acaso, mas não é por acaso que continuamos nos encontrando (por mais raros que sejam esses encontros). É porque queremos e porque fazemos questão da presença de todas.
Claro que, a partir do momento que nos reunimos, não há mais um minuto de silêncio. Ficamos até com a boca seca de tanto falar, contar as fofocas, relembrar quando convivíamos umas com as outras. E foi assim que caímos no assunto de como o mundo é pequeno. Foi Fulano que encontrou Ciclano na Espanha, Ciclana que encontrou Fulana na França, enfim, cada uma tinha um caso comprovado de como o mundo é pequeno. E também começamos a lembrar quando encontramos uma pessoa nada a ver, que nem lembramos mais o nome e que não se via fazia tempo e quando a encontramos de novo em um curto espaço de tempo. Até que uma delas disse que isso é um bom sinal. Como assim um bom sinal?
Sim, um bom sinal. A explicação: dizem que quando você encontra uma pessoa que não vê faz muito tempo, uma pessoa qualquer, que você conhecia de um emprego ou de um curso, uma que não tem qualquer relação com a sua vida atual, e você a encontra novamente em um curto espaço de tempo, quer dizer que é um sinal do universo de que você está no caminho certo. Não que seu caminho seja na direção dessa pessoa, mas que apenas a sua vida está tomando o rumo que deveria.
Achei interessante a teoria. Nunca tinha ouvido falar, mas até fez algum sentido e deu alguma explicação para essas coincidências que vivem nos acontecendo. Será que o universo nos manda mais alguns sinais e nós, simples mortais, nem sabemos da existência deles? Eu não me lembro desse fato ter ocorrido comigo, talvez eu ainda não esteja seguindo o melhor caminho, ou o sinal ainda está por vir. Ou será que o universo não tem todo esse poder de interferir no caminho das pessoas? Eu prefiro acreditar que sim. Afinal, creio na existência de uma força superior, mas devo ser meio distraída ou não tenho a percepção muito aguçada... Universo, por favor, me dê um sinal...